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06/11/2013 - 11h31

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06/11/2013 - 11h31

Piauí vai encaminhar relatório da CPI da telefonia móvel para o Congresso Nacional

Término dos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito está previsto para o início da segunda quinzena de dezembro.

 Do Liberdade News

Deputado Cícero Magalhães (PT) - Foto: Gustavo Almeida/Liberdade News

 Deputado Cícero Magalhães (PT) - Foto: Gustavo Almeida/Liberdade News

O deputado Cícero Magalhães (PT), presidente da CPI da Telefonia, afirmou nesta terça-feira (05) que nos próximos dias 21 e 22 terá reuniões com as operadoras de telefonia celular e com a representação local da Anatel, para apresentar as reclamações feitas pelos usuários durante as visitas aos municípios do interior e, também, nos debates feitos em Teresina. Ele disse que o encontro será primordial para a elaboração do relatório dos trabalhos, cuja término está previsto para o início da segunda quinzena de dezembro.

“O nosso relatório será encaminhado ao Congresso Nacional, junto com os relatórios das outras investigações que estão sendo feitas em 18 estados. Queremos que o Congresso acabe com o marco regulatório do setor e faça um novo, atendendo as exigências do povo brasileiro. Não podemos aceitar que 200 milhões de brasileiros continuem sendo enganados por apenas quatro operadoras”, afirmou. Magalhães disse que ontem (04) a CPI esteve reunida com alunos e professores do Liceu Piauiense, quando foram repetidas as mesmas reclamações dos moradores do interior. “Não há sinal, não existe banda larga e isso prejudica projetos importantes, como o Educação a Distância. O diretor do Liceu me disse que não existe internet para os alunos porque a banda larga não funciona”, afirmou.

O deputado disse ainda que na próxima semana vão acontecer reuniões em Canto do Buriti, São Raimundo Nonato, Bom Jesus, Corrente e Uruçuí, fechando o ciclo de 16 cidades visitadas, além da capital. “Depois disso vamos ouvir as operadoras e a Anatel e preparar o relatório. As operadoras têm que entender que elas são uma concessão pública e, portanto, são obrigadas a se submeter a regras. Ocorre que elas não cumprem o que foi determinado e por isso o Congresso tem a obrigação de estabelecer um novo marco”, encerrou.

Do Liberdade News

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