A farinhada no Nordeste é o processo tradicional de fabricação da farinha de mandioca e derivados nas Casas de Farinha. A prática reúne famílias e comunidades rurais em mutirões de trabalho coletivo, abrangendo etapas como raspagem, lavagem, trituração, prensagem, peneiração e torrefação da raiz
No nordeste brasileiro, a Farinhada acontece entre os meses de julho a agosto de cada ano e da mandioca se aproveita tudo: a goma para tapioca, o polvilho doce e azedo, o tucupi, a puba e o sagu, inclusive a casca e crueira.
A casca é aproveitada na alimentação animal, em adubos orgânicos, em receitas culinárias criativas (como petiscos) e na produção de bioenergia.
A crueira, resíduo grosso da fabricação da farinha, é usada na culinária regional para fazer mingaus, bolinhos e biscoitos.





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