O antigo pé de cajá lá do quintal de casa. Era árvore muito antiga, talvez com 50, ou bem perto dos 100 anos. Era alto e imponente, se destacando entre os pés de manga que ficavam ao seu redor. Durante as tardes, era bom de mais brincar embaixo dele, ou então catar as cajás que caíam com o balançar dos ventos nos galhos.
Era bom também pegar umas cadeiras e ficar sentados conversando embaixo dele, aproveitando da sombra. Embora esse pé de cajá não exista mais, ele é ainda hoje uma das melhores lembranças que tenho, uma árvore que marcou muito a minha vida, e de muitos amigos do bairro.
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Carlujânio Silva, artista plástico unionense - nas redes sociais.






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